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Greve: com faixas e cartazes, servidores realizam manifestação em frente ao Hospital Regional

Trabalhadores de diversas pastas estão na rua na tentativa de conseguirem o PCCs

O movimento grevista organizado por servidores municipais iniciou efetivamente suas atividades de manifestação contra o prefeito Eduardo Japonês (PV). No início da tarde desta segunda-feira, 2, diversos servidores se concentraram na sede do Sindicato dos Servidores Municipais do Cone Sul (Sindsul) e seguiram em manifestação a pé até o Hospital Regional de Vilhena. O movimento se aglomerou no semáforo da Avenida 174, em frente à unidade de saúde e chamou a atenção dos motoristas e transeuntes que passaram pelo local.

Com cartazes de protesto e faixas simbolizando o luto das classes quem compõem o serviço público do município, os servidores prometem manifestos pacíficos todos os dias. Pessoas ligadas à diretoria do sindicato explicaram que a prestação de serviço à comunidade foi reduzida a 30% de sua capacidade normal, como estipula a legislação.

Ordem e respeito

O primeiro protesto desta greve de servidores contou com muito respeito por parte dos manifestantes. Por se tratar de uma unidade de saúde, os servidores que aderiram ao movimento adotaram o silêncio como forma de manifestação.

Apenas o volume de pessoas concentradas em um único local e os cartazes com palavras de ordem foram suficientes para chamar a atenção da comunidade.

Servidores relataram que em diversos pontos da cidade serão instaladas faixas de manifestação em relação ao movimento grevista.

O prefeito Eduardo Japonês prometeu em campanha que atenderia às reivindicações dos servidores e homologaria o Plano de Carreira das categorias. Ele não cumpriu com sua palavra depois que ganhou o poder

 

Por que a greve?

Os servidores decidiram entrar em greve porque o prefeito Eduardo Japonês (PV) não cumpriu o compromisso de campanha que fez os servidores. Ele prometeu que colocaria em prática o Plano de Carreira, Cargos e Salários (PCCs), mas assim que assumiu o poder, disse que não cumpriria com o prometido.

Em assembleia, os próprios servidores deram um prazo ao prefeito para tentar garantir ao menos parte do plano, o que não foi feito por Japonês.

Deu de ombros

Pessoas ligadas ao sindicato revelaram que o prefeito deixou a cidade em viagem oficial nesta segunda. À imprensa na semana passada, Japonês disse que não tinha nada a comentar sobre  a greve e disse que não cederia a nenhum tipo de pressão dos servidores para que fosse cumprido o que ele mesmo prometeu.

 

 

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Rômulo Azevedo

Jornalista e graduado em Marketing, atua na comunicação desde 2006. Especialista em Jornalismo on-line, com experiência em Assessoria de Comunicação e Marketing. Está na Gazeta Amazônica em busca de novas formas de se fazer Jornalismo em Rondônia

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