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Cerejeiras e Chupinguaia propõem redução de salário pra amenizar a pandemia; em Vilhena posicionamento não é sequer questionado

Salários de prefeitos, vice, secretários e comissionados devem ser reduzidos por tempo indeterminado

A crise econômica causada pelo coronavírus vem causando inúmeras reações do mercado financeiro como um todo, dos comércios em geral e principalmente entre os autônomos e diaristas, que são justamente aqueles que estão sentindo o maior golpe causado pelo vírus no organograma econômico.

Alguns municípios país afora se sensibilizaram com a situação e entenderam a necessidade de se cortar gastos. Prefeitos, secretários, vice-prefeitos e ocupantes de funções gratificadas tiveram que aceitar reduções salariais durante o período de duração da pandemia.

No cone sul a medida também foi adotada em alguns municípios. As prefeitas Sheila Mosso (DEM) e Lisete Marth (PV) propuseram a redução dos vencimentos de membros do primeiro escalão de suas gestões como forma de arrefecer as contas públicas diante da queda econômica enfrentada por todos.

Em vilhena a história é completamente oposta. O prefeito Eduardo Japonês (PV) que sempre foi defensor dos cortes de gastos públicos não promoveu em nenhum momento sequer debate para tratar do assunto. Ele, sua vice, Maria José da Farmácia (PSDB) e os secretários municipais não tiveram nenhum tipo de redução salarial, mesmo com chiadeira geral do empresariado, categoria que também sofre com os efeitos da crise econômica.

Japonês elegeu-se sob o mantra de cortes de gastos públicos. Ele prometeu contratar no máximo 200 cargos comissionados em sua gestão e mesmo durante a crise econômica, o número de comissionados é de 600.

Rômulo Azevedo

Jornalista e graduado em Marketing, atua na comunicação desde 2006. Especialista em Jornalismo on-line, com experiência em Assessoria de Comunicação e Marketing. Está na Gazeta Amazônica em busca de novas formas de se fazer Jornalismo em Rondônia

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