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Agentes comunitários de saúde se unem para produzir e doar máscaras à população carente

Cerca de 600 unidades já foram produzidas. Trabalho voluntário irá continuar enquanto for necessário

Uma iniciativa voluntária de agentes comunitários de saúde do postinho do Cristo Rei tem chamado a atenção de moradores e servidores da região. Pensando em ajudar na prevenção geral da população e dos servidores, os agentes iniciaram a produção de centenas de máscaras de tecido, que estão sendo doadas já há vários dias.

De acordo com a controladora da unidade, Leila Andrade, a ação continuará enquanto for necessária. “As máscaras produzidas foram doadas para servidores da Atenção Básica, do postinho e também estão sendo entregues para moradores da região atendida pelo postinho. A ideia foi toda dos agentes, organizada especialmente pela agente Ione Paula, uma pessoa sensível às necessidades de todos”, explica Leila.

Feitas a partir de materiais angariados pelos próprios servidores, as máscaras já somam mais de 600 e seguem as recomendações do Ministério da Saúde. A produção acontece na igreja Santo Antônio e mobiliza a equipe do postinho, animada em poder colaborar para o público que atende na unidade.

De acordo com o Ministério, desde o início da pandemia provocada pelo coronavírus, uma corrida mundial em busca de máscaras de proteção fez com que elas sumissem das prateleiras. Assim, o Governo Federal incentivou a produção caseira de máscaras de pano. Mas o Ministério adverte que, para ser eficiente como uma barreira física, a máscara caseira precisa seguir algumas especificações, como ter pelo menos duas camadas de pano, ou seja, dupla face; ser individual, ou seja, não pode ser dividida com ninguém; os materiais para confecção podem ser tecidos de algodão, tricoline, TNT ou outros, desde que cubram totalmente o nariz e a boca, sejam higienizados corretamente e que as máscaras estejam bem ajustadas ao rosto, sem deixar espaços nas laterais.

As máscaras também devem ser lavadas pelo próprio indivíduo, com sabão ou água sanitária, permanecendo de molho por cerca de 20 minutos para manutenção do autocuidado, e ser trocada quando ficar úmida.

Máscaras estão sendo produzidas de forma voluntária – foto: Divulgação
Fonte
Semcom

Rômulo Azevedo

Jornalista e graduado em Marketing, atua na comunicação desde 2006. Especialista em Jornalismo on-line, com experiência em Assessoria de Comunicação e Marketing. Está na Gazeta Amazônica em busca de novas formas de se fazer Jornalismo em Rondônia

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