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Vilhena poderá ter novo toque de recolher, multa e mais rigor para quem descumprir medidas de segurança; entenda

Município possui dez leitos disponíveis para pacientes com covid-19

A Gazeta Amazônica recebeu na manhã deste domingo, 7, informações de uma fonte que participou da reunião do comitê de combate ao coronavírus do município de Vilhena no encontro deste final  de semana. Alegando que a reunião fora bastante tensa por conta vários assuntos tratados no encontro, a fonte confirmou que será produzido um novo decreto do prefeito Eduardo Japonês (PV) com base no qual haverá mais intensificação da fiscalização das regras estabelecidas para o combate ao coronavírus.

Ainda de acordo com o participante, por força de legislação estadual, serão aplicadas multas que vão de R$ 150 a R$ 600 para pessoas flagradas desrespeitando as medidas de segurança. Empresas e entidades também podem ser multadas.  Os valores vão de R$ 300 a R$ 1.2 mil.

Outra informação repassada pela fonte da Gazeta Amazônica é de que o comitê se reúne novamente nesta segunda-feira, 8, para conclusão do novo decreto municipal. Uma coisa é certa até agora: o município de Vilhena vai alterar seu toque de recolher. Até publicação do novo decreto consolidando a alteração, o Município determina que as pessoas fiquem em casa a partir das 23 horas.

Com a consolidação da mudança, o horário limite para permanecer nas ruas é até às 20h.

Lockdown

Ainda de acordo com a fonte do site, o Município de Vilhena conta com apenas dez leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para atender pacientes com covid-19, e dois destes leitos já estão ocupados. O participante da reunião disse, ainda, que assim que os leitos de UTI chegarem a 80% da capacidade, o Município poderá decretar lockdown, que é o fechamento total de comércios e atividades que gerem qualquer tipo de aglomeração.

A equipe de reportagem da Gazeta Amazônica entrou em contato com o titular da Secretaria Municipal de Saúde (Semus) Afonso Emerick para comentar o assunto, além de representantes da comunicação oficial da prefeitura de Vilhena, porém até a conclusão desta matéria eles não haviam respondido às mensagens enviadas pelo site.

Ainda em tempo, a Gazeta Amazônica deixa espaço para que os representantes da prefeitura, caso queiram, ou tenham interesse, apresentem suas versões acerca do assunto em tela.

Rômulo Azevedo

Jornalista e graduado em Marketing, atua na comunicação desde 2006. Especialista em Jornalismo on-line, com experiência em Assessoria de Comunicação e Marketing. Está na Gazeta Amazônica em busca de novas formas de se fazer Jornalismo em Rondônia

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