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Secretário de saúde insinua que vereador não entende as coisas; parlamentar rebate: “Tirem o pé do chão e vamos resolver o problema”

Suchi solicitou à prefeitura urgência na resolução do problema

Depois serem expostos publicamente acerca da inércia em resolver o problema do atraso no pagamento dos salários dos residentes de pós-graduação da saúde,  o prefeito de Vilhena, Eduardo Japonês (PV) e o secretário de saúde, Afonso Emerick (PP) decidiram agir e solicitaram o apoio da deputada federal Jaqueline Cassol (PP) a fim de pressionar o Ministério da Saúde para acelerar o pagamento dos profissionais que estão à disposição do município de Vilhena.

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Em nota enviada pela assessoria de comunicação da prefeitura, o secretário de saúde insinuou que o vereador Subtenente Suchi (Podemos) tem dificuldade para entender as coisas. “Parece que, novamente, o vereador não conseguiu entender o tema complexo ao qual se propôs a defender”, disse Afonso através de nota.

O vereador Suchi ficou irritado com a situação do atraso dos salários dos residentes, e solicitou ação da prefeitura nesse sentido, o que incomodou o secretário de saúde Afonso Emerick. A Gazeta Amazônica procurou o vereador para comentar sobre a crítica que recebeu do secretário.

Por telefone, Suchi lamentou que Afonso e o prefeito se comportem dessa maneira. “É triste perceber que somente quando são expostos publicamente o prefeito e sua equipe decidem agir para resolver os problemas. Por outro lado fico satisfeito que tenham iniciado a busca de alternativas para resolver a situação”, comentou.

O vereador relatou que assim que soube do problema procurou o deputado federal Léo Moraes (Podemos) para que iniciasse as cobranças junto ao Ministério da Saúde para acelerar os pagamentos em atraso. “O deputado passou a semana em Rondônia e disse que também está trabalhando para resolver o problema. Espero que a bancada federal se una e resolva de uma vez essa situação constrangedora que é sim problema de todos os agentes políticos do nosso Estado”, disse.

Suchi rebateu mais uma vez o prefeito e o secretário e os criticou pela forma como tentaram se desviar do problema. “Se esses profissionais são de Vilhena e prestam serviços à nossa comunidade, não importa quem os pague. A prefeitura é responsável em proporcionar boas condições de trabalho. A responsabilidade é de todos e precisamos tirar o pé do chão para resolver este problema de uma vez. Se trabalhou, tem que receber. Salário é obrigação. Não podemos tratar esse assunto com politicagem, tem que se trabalhar contra o tempo, afinal de contas tem trabalhadores sem receber”, arrematou.

Rômulo Azevedo

Jornalista e graduado em Marketing, atua na comunicação desde 2006. Especialista em Jornalismo on-line, com experiência em Assessoria de Comunicação e Marketing. Está na Gazeta Amazônica em busca de novas formas de se fazer Jornalismo em Rondônia

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