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Prefeito ataca adversários e cutuca: “Jr. Pintor queria ser secretário e Ceará tem ciúmes de mim”

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O prefeito de Vilhena, Eduardo Japonês (PV) concedeu uma entrevista ao autodenominado agricultor e blogueiro, Odair Araújo, e comentou sobre algumas críticas que vem recebendo do tucano Junior Pintor (PSDB) e também do líder comunitário Ceará do Assossete (PSC).

Junior pintor está preocupado com o próprio bolso

Durante a entrevista, Japonês foi enfático ao dizer que a rixa entre ele e Junior Pintor começou quando Japonês teria negado nomeá-lo como secretário municipal de agricultura. “Dali pra frente virou no que virou”, confirmou. Japonês disse, ainda, que a confusão entre ambos é algo particular vinda do próprio Junior. “Ele não está preocupado com o município, está preocupado com o bolso dele. Se ele tivesse uma portaria, provavelmente estaria quieto”, arrematou.

O site tentou contato telefônico com Junior Pintor para comentar a informação do prefeito, mas seu número estava fora de área ou desligado. Ainda em tempo, esta página eletrônica deixa espaço para, caso queira, apresente sua versão acerca do fato.

Ceará tem ciúmes de mim

Ceará (esq.) foi um dos principais apoiadores da campanha de Eduardo Japonês – foto: Arquivo/Montagem: Gazeta Amazônica

Já sobre o líder comunitário Ceará do Assossete, o prefeito disse que suas críticas não lhe atingem e que está movendo cerca de 12 ações na justiça contra o ex-aliado. “Talvez por ciúmes de alguns integrantes da nossa equipe, talvez ele quisesse estar mais próximo a mim, eu entendo que campanha é uma coisa, administrar é diferente. Cada um tem que estar no seu lugar”, acredita.

Em conversa com o líder comunitário, a Gazeta Amazônica o questionou acerca das falas do prefeito. Ceará rebateu: “Isso só mostra o desespero do prefeito em tentar garantir sua reeleição. Em época de pandemia, ele deveria estar preocupado em mostrar pra população o que vem sendo feito pra enfrentar este problema, principalmente em relação a novos leitos de UTI. O prefeito está mais preocupado em atacar os outros do que com a saúde da população”, declarou.

O líder comunitário relatou não ter ciúmes de Japonês e reiterou que sempre defendeu os interesses do bairro. “Se eu quisesse uma portaria ou estar próximo a ele, bastava eu ter me submetido e me calado. Preferi a liberdade de poder brigar por benefícios à população”, afirmou.

 

Rômulo Azevedo

Jornalista e graduado em Marketing, atua na comunicação desde 2006. Especialista em Jornalismo on-line, com experiência em Assessoria de Comunicação e Marketing. Está na Gazeta Amazônica em busca de novas formas de se fazer Jornalismo em Rondônia

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