DestaqueO dia

DNIT não soluciona problema de travessia urbana que se arrasta há 15 anos e Bagattoli ao estilo Bolsonaro tenta resolver; deu polícia

Local garante trafegabilidade na BR, mas DNIT não quer conversa

Terminou mais um capitulo da queda de braço entre o Departamento Nacional de Ifraestrutura e Transporte (DNIT) e empresários e moradores da entrada da cidade sentido Porto Velho. No centro de todo debate está o grupo Bagattoli, liderado pelo empresário Jaime Bagattoli.

Alegando ter uma liminar da justiça federal que garante a paralisação da construção de um muro na principal via de acesso do Posto Catarinense (o local contribui com o desafogamento do trânsito nas rotatórias do município e dá mais mobilidade aos moradores dos bairros Bodanese, Marcos Freire, São José, Centro, Ipanema e parte do Cristo Rei, além de fomentar o comércio de todo o entorno como hotéis, restaurantes, oficinas, postos de combustíveis, dentre outros), membros do grupo iniciaram a retirada de parte da obra já instalada.

Membros do grupo Catarinense ouvidos pela reportagem da Gazeta Amazônica explicaram que a retirada de parte da obra teve, inclusive, o aval do DNIT de Vilhena, porém a ação só foi paralisada com a chegada da PRF e da representação regional do órgão de infraestrutura e transporte.

O site conversou com o representante regional do DNIT que esteve no local. Ele confirmou que não há nenhuma liminar que foi levada ao conhecimento do órgão a fim de paralisar a obra. “Este é um impasse com mais de 15 anos, é uma entrada ilegal. Agora que há um governo sério, nós vamos resolver este problema”, disse o representante do DNIT aos jornalistas. Ele não aceitou conceder entrevista alegando não ter autorização pra falar pelo órgão.

“Se for o caso, a gente paga”

Por diversas vezes, o líder do grupo Bagattoli se manifestou publicamente dizendo que ajuda a custear as despesas da construção de uma rotatória no local, o que acabaria de vez com o problema.

Veja mais sobre o assunto aqui

PRF esteve no local – foto: Rômulo Azevedo/Gazeta Amazônica

Rômulo Azevedo

Jornalista e graduado em Marketing, atua na comunicação desde 2006. Especialista em Jornalismo on-line, com experiência em Assessoria de Comunicação e Marketing. Está na Gazeta Amazônica em busca de novas formas de se fazer Jornalismo em Rondônia

Artigos relacionados

Botão Voltar ao topo