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Autoridades registram alta em apreensões de drogas; Receita interceptou mais de 25t

Somente no mês de julho, em Rondônia, PRF tirou mais de 150 quilos de circulação; PM também realizou grandes apreensões

A Receita Federal apresentou nesta semana relatório de apreensão de drogas que órgão conseguiu interceptar apenas no primeiro semestre de 2019. De acordo com relatório, ao todo até então, foram mais de 25 toneladas de cocaína, apreensão superior aos dois últimos anos. Em relação ao ano passado, foi 92% a mais apreendido no mesmo período. Se comparadas as últimas apreensões ao 1º semestre de 2017, foi 158% maior.

O órgão federal relatou que as principais apreensões aconteceram nos portos brasileiros e tinham destinos variados como a África e a Europa. A segunda droga mais apreendida em 2019 foi a maconha. Ao todo, mais de 10 toneladas. O ano de 2019 tem sido marcado por grandes apreensões de drogas. Em relatos da assessoria da Polícia Rodoviária Federal (PRF) nota-se que há apreensões contínuas de entorpecentes sendo transportados pelas rodovias de várias formas.

Uma das apreensões mais emblemáticas do ano, por parte da PRF, foi a interceptação de um caminhão que estava carregado de maconha. Em Rondônia, estado que é rota do tráfico de drogas, as apreensões também são constantes. De acordo com relatório publicado pelo site Gazeta Amazônica, somente no mês de julho, a PRF apreendeu mais de 150 quilos de entorpecentes sendo transportados pela BR-364.

Os postos que mais realizaram apreensões foram os de Vilhena e Ji-Paraná. A Polícia Militar de Rondônia também registrou diversas apreensões de substâncias entorpecentes. Nas primeiras semanas de agosto, a PM realizou diversas apreensões de maconha sendo transportadas por pessoas em ônibus interestaduais e também por um homem que tentou embarcar no aeroporto de Cacoal.

Nestas últimas apreensões a utilização de cães farejadores foram primordiais para a execução dos trabalhos. Vale lembrar que o Código Penal (CP) prevê pena de três a 15 anos de prisão para o crime de tráfico de drogas. O crime é considerado hediondo e não é cabível pagamento de fiança.

Rômulo Azevedo

Jornalista e graduado em Marketing, atua na comunicação desde 2006. Especialista em Jornalismo on-line, com experiência em Assessoria de Comunicação e Marketing. Está na Gazeta Amazônica em busca de novas formas de se fazer Jornalismo em Rondônia

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