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Mulheres têm mais predisposição para Alzheimer; stress pode ser vilão

O cortisol pode ser um novo indicador para avançar nos estudos em relação à prevenção da doença

Uma nova página do estudo realizado pela Johns Hopkins University, que analisa o cortisol em mais de 900 participantes desde os anos 80, sugere que o stress cumulativo, além das alterações em hormônios sexuais, seja um dos grandes causadores do Alzheimer. A pesquisa apresenta ainda um dado que a Alzheimer’s Association também acredita: mulheres estão duas vezes mais propensas a adquirir a doença.

Segundo a professora de psiquiatria Cynthia Munro, uma das responsáveis pelo estudo, o aumento de produção do cortisol em mulheres principalmente na faixa dos 60 e 70 anos é algo normal, mas diferente de outras análises com foco nas alterações nos hormônios sexuais em relação ao Alzheimer, o cortisol – conhecido como o hormônio do stress – pode ser um novo indicador para avançar nos estudos em relação à prevenção desta doença.

A pesquisa mostra ainda que fatores relacionados à uma vida estressante (como traumas em relacionamentos, casos de violência ou acumulo de funções ao longo da vida), podem ser as chaves dessa questão. Segundo Munro, as diferenças baseadas no sexo não são tão grandes, mas elas apontam para uma possível causa do declínio cognitivo em mulheres.

Ainda há muito para descobrir e a pesquisa continua em andamento com a mesma amostra, mas até o momento, hábitos de vida saudável ligados a uma boa alimentação e práticas esportivas têm sido a melhor solução para controlar os níveis de stress e consequentemente, diminuir o risco destas e outras doenças para homens e mulheres.

Fonte
Mega Curioso

Rômulo Azevedo

Jornalista e graduado em Marketing, atua na comunicação desde 2006. Especialista em Jornalismo on-line, com experiência em Assessoria de Comunicação e Marketing. Está na Gazeta Amazônica em busca de novas formas de se fazer Jornalismo em Rondônia

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