Especial

Demora de visita técnica promove inchaço e atrapalha rotina de saúde pública no cone sul

Municípios de Vilhena, Colorado do Oeste e Cerejeiras estão com seus Raios-X parados à espera de manutenção de empresa responsável

Por telefone, o prefeito do município de Colorado do Oeste, Professor Ribamar (PSB) conversou com a equipe de reportagem do site Gazeta Amazônica sobre o aparelho de Raio-X do município. Ribamar explicou que o equipamento apresentou um problema de software há cerca de 60 dias. De lá pra cá o município vem pressionando a empresa que faz a manutenção, a Philips – que também o produz – na tentativa de agilizar a manutenção para reorganizar os atendimentos.

Ribamar explicou que depois de muita queda de braço, o técnico enviado pela empresa chegou a Colorado nesta terça-feira, 15, para consertar o aparelho. “A empresa tem poucos técnicos disponíveis no Brasil, e o profissional que atendia o estado de Rondônia foi descredenciado, dificultando ainda mais o atendimento aos municípios”, comentou o prefeito.

Ainda segundo Ribamar, o aparelho do município de Colorado do Oeste é novo – possui pouco mais de cinco anos – e também é digital, assim como o de Vilhena. “A qualidade do exame é indiscutível”, pontou.

Vilhena tem o mesmo problema

Responsáveis pela saúde pública do município de Vilhena revelaram a mesma dificuldade relatada pelo prefeito de Colorado: a demora da empresa em enviar profissional de manutenção. O aparelho de Vilhena está quebrado desde a semana passada e ainda não há data definida para a visita técnica.

O prefeito Ribamar fez mais um apontamento: “A situação é tão absurda que se não houver ordem de serviço e pagamento antecipado da visita técnica, é possível que o profissional vá embora da região sem atender Vilhena e Cerejeiras”, reclamou.

A equipe de reportagem do site Gazeta Amazônica tentou contato com a prefeita Liseth Mart (PV) de Cerejeiras para saber mais detalhes sobre a condição do aparelho de Raio-X do município, porém até o fechamento desta reportagem ela não pôde responder às mensagens enviadas pela reportagem.

Rômulo Azevedo

Jornalista e graduado em Marketing, atua na comunicação desde 2006. Especialista em Jornalismo on-line, com experiência em Assessoria de Comunicação e Marketing. Está na Gazeta Amazônica em busca de novas formas de se fazer Jornalismo em Rondônia

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