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Sem Coronavac, Secretário fica na expectativa de receber novas remessas de vacinas

Na última sexta-feira, 14, o Secretário de Saúde do Estado Fernando Máximo, esteve em Vilhena onde   participou da solenidade do projeto “Tchau Poeira”, que levara asfalto de qualidade aos 52 municípios.

A reportagem da Gazeta Amazônica conversou o Chefe da Pasta para  falar sobre o cenário da pandemia em Rondônia.

O secretário de inicio confirmou que está em  falta de vacina da  Coronavac para  dar sequencia aplicação da segunda dose em públicos  de 61 a 65 anos.  “ Estamos  na expectativa de receber  novas vacinas  da Coronavac  e tão logo isso aconteça, realizaremos a distribuição  nos 52 munícipios para a aplicação da segunda dose.”, pontuou o chefe da pasta.

Em relação a suspensão temporária da vacina AstraZeneca  para as gestantes no Estado, Fernando informa que  foi um recomendação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária ( Anvisa). Segundo Ele,  estudos do Laboratório Fiocruz ,  detectaram que a vacina AstraZeneca,  pode provocar uma possiblidade  de trombose e com isso  aumentar o risco de saúde na gestação dessas pacientes , porém garantiu  que estão autorizadas  a tomar as vacinas da Coronavac  e Pfizer.

Fernando ressalta  também que não há suficientes vacinas para aplicar no Estado, porém, a expectativa é de receber 1, 8 milhão, doces para desenfrear a doença. “o mundo inteiro esta tendo dificuldades com vacinas, meu sonho é todos Estado esteja vacinado pelo menos com primeira dose. Perdi amigos, colegas médicos  parentes  com esse vírus, tem noites que ficou sem dormir pensando que tem pessoas  na fila a  espera por uma vaga na UTI, mas acredito que vamos  vencer essa pandemia”, enfatizou o secretário de Saúde.

O chefe da pasta disse ainda que concorda   à inclusão da vacina contra a covid-19  para os  jornalistas, mas enfatiza que existem outras categorias  mais prioritárias   para aplicação da vacina. “  Sei quanto o profissional de comunicação  expõe sua saúde em risco nessa pandemia correndo atrás da informação, mas também tem   profissionais  com mais prioridade, como  os caixas de  supermercados, os motoristas de aplicativos, os profissionais dos correios, os oficiais de justiça. Sei que todos os profissionais  querem ser imunizados, mas  infelizmente não há vacinas para todos” , finalizou Fernando.

 

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