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Prefeitura só pagará empresa que realizou concurso público depois que ela concluir toda prestação do serviço

O contrato assinado pela empresa estabelece que o pagamento deve ser feito ao final da última fase do certame

Depois de tomar conhecimento da circulação de informações acerca de um possível calote por parte do Instituto Brasileiro de Apoio ao Desenvolvimento Executivo (Ibade), empresa que realizou o último concurso público da prefeitura de Vilhena, em relação às pessoas que prestaram serviços à firma durante a execução do certame, a Gazeta Amazônica entrou em contato com a prefeitura de Vilhena para saber mais detalhes acerca do contrato e se realmente o município não pagou a empresa, como vem sendo ventilado pelas redes sociais.

Uma fonte da página ligada à administração municipal confirmou que a prefeitura ainda não pagou a empresa, contudo, o contrato de prestação de serviços ainda não foi concluído. De acordo com a fonte, foi assegurado em contrato o pagamento somente depois que o instituto concluir todas as fases do certame – que será concluído em março. Todavia, o pagamento das pessoas que trabalharam durante o processo seletivo, de acordo com a fonte da prefeitura, é de reponsabilidade da empresa.

A Procuradoria Geral do Município (PGM) ficou de estudar as cláusulas contratuais a fim de detectar se há, ou não, possibilidade de recomendar o pagamento (ou pelo menos parte) à empresa de modo que a celeuma em torno do caso seja cessada. A Secretaria Municipal de Comunicação (SEMCOM) se comprometeu em emitir uma nota oficial acerca do assunto ainda na tarde desta sexta-feira, 17.

O site deixa espaço para que o Ibade, caso tenha interesse, se manifeste sobre o assunto em tela.

Rômulo Azevedo

Jornalista e graduado em Marketing, atua na comunicação desde 2006. Especialista em Jornalismo on-line, com experiência em Assessoria de Comunicação e Marketing. Está na Gazeta Amazônica em busca de novas formas de se fazer Jornalismo em Rondônia

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