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Uai, você sabe como algumas dessas expressões surgiram, tchê?

Expressões marcam a cultura e a vida de todos

O Brasil é um país gigante. E justamente por ser tão grande, cada região tem suas características, principalmente no jeito de se comunicar, o que faz com que, apesar do mesmo idioma, existam inúmeras expressões bem particulares. O Mega Curioso foi atrás da origem de algumas delas. Confira:

Eita

A expressão é famosa e, inclusive, já está até registrada no dicionário do nosso idioma. Sua origem, porém, é desconhecida e sua grafia pode ser feita também como “eta”. Normalmente é usada em situações de surpresa ou simplesmente quando não há nada mais a acrescentar ao assunto, ou quando o assunto é tão absurdo que o jeito é soltar eita atrás de eita.

Uai

Muito utilizada pelos mineiros e pelos goianos, dizem que a expressão “Uai”, nasceu quando os brasileiros que conviviam com alguns ingleses deixaram “mais brasileiro” o termo “why”, que significa “por que” em inglês. Já para o filósofo Amadeu Amaral, “uai” teria surgido a partir da palavra “olhai” para pedir para que a pessoa prestasse atenção em algo.

Vixe

Quem nunca usou essa palavra com algo deu simplesmente ruim? Embora não exista uma história oficial com relação a expressão Vixe no nosso idioma, muitos acreditam que foi uma redução da súplica “Virgem Maria!”, normalmente utilizada quando alguém se assusta ou fica espantado com algum assunto. Nesse mesmo viés, a expressão “afe” ou “aff” pode ter surgido a partir da expressão “Ave, Maria”.

Tchê

Super popular no Rio Grande do Sul, dizem que o “tchê” nasceu com o “che” usado em outros idiomas de países que fazem fronteira com o Brasil. Nesses países, o “che” significa “ei”. Mas para outros estudiosos da língua portuguesa, o nosso “tchê” tem origem brasuca mesmo, inspirado no idioma guarani, já que a expressão pode ser traduzida como “amigo”, “meu” ou “eu”.

Diacho

Os mais antigos dizem que falar o nome do coisa ruim (sabem aquele que não deve ser nomeado – só por garantia – mas não é o Voldemort?) você poderia invocar o próprio Diabo (ops, falamos) pra bem perto. Por isso, acredita-se que o termo “diacho” tenha surgido para evitar falar o nome real e não correr o risco. Eita, diacho!

 

 

 

Fonte
Mega Curioso

Rômulo Azevedo

Jornalista e graduado em Marketing, atua na comunicação desde 2006. Especialista em Jornalismo on-line, com experiência em Assessoria de Comunicação e Marketing. Está na Gazeta Amazônica em busca de novas formas de se fazer Jornalismo em Rondônia

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