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Líder comunitário pede à prefeitura para acabar com “Centro de Reprodução Avançado de Pombos” no Assossete

Representante de bairro chama atenção quanto à proliferação de doenças

O líder comunitário Ceará do Assossete entrou em contato com a redação da Gazeta Amazônica nesta terça-feira, 19, para denunciar o que ironicamente chamou de “Centro de Reprodução Avançada” de pombos instalado no bairro onde mora.

Na prática, o local é um terreno que, segundo Ceará, pertence ao Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) do município de Vilhena e por estar abandonado, se tornou em um “viveiro” de pombos.

O líder comunitário chama atenção acerca do assunto por se tratar de um problema de saúde pública. “Não é segredo pra ninguém a quantidade de doenças transmitidas pelos pombos. O problema aqui é assunto de saúde pública e a prefeitura de Vilhena ainda não tomou nenhum tipo de providência pra resolver”, disse.

Ceará relatou que o número de fezes produzidas pelos animais assusta. “Ali tem mais de 300 quilos de fezes de pombo, sem contar o grande número de animais que utiliza o espaço como dormitório”, acrescenta.

Ceará relembra que o local onde foram feitas as filmagens era o ponto de captação de água do bairro Assossete. “Foi feita a transição e o espaço acabou ficando para o município, agora é terreno público. Há também acúmulo de pombos no barracão da empresa João de Barro, que construiu as casinhas e que também é necessária ação para retirar esses animais do local”, explicou.

A Gazeta Amazônica deixa espaço à prefeitura de Vilhena, caso tenha interesse, para apresentar sua versão acerca do assunto em tela.

Veja os vídeos registrados por Ceará que mostra a situação:

 

Rômulo Azevedo

Jornalista e graduado em Marketing, atua na comunicação desde 2006. Especialista em Jornalismo on-line, com experiência em Assessoria de Comunicação e Marketing. Está na Gazeta Amazônica em busca de novas formas de se fazer Jornalismo em Rondônia

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