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Polícia encontra cadáver decapitado; corpo estava em avançado estado de decomposição

Suspeita é de que se trata de suicídio

A polícia do município de Ji-Paraná (que fica a pouco mais de 300 km de Vilhena) está trabalhando para descobrir a identidade de um corpo que foi encontrado na linha Santa Rita, na zona rural. A cabeça do cadáver ficou presa a um arame sobre a árvore enquanto o restante do corpo ficou no chão.

Os investigadores não descartaram nenhuma hipótese até então, porém acredita-se em suicídio. A primeira avaliação feita pelos agentes da polícia constata que os detalhes presentes no local onde o cadáver foi encontrado não sustentam a tese de homicídio.

Em que pese o fato de o corpo estar em avançado estado de decomposição (algumas partes já em estado de esqueletização, como membros superiores e cabeça) o peso corporal do cadáver, a altura entre a árvore e o chão, combinados com a dificuldade para se chegar ao local e o instrumento utilizado para suspender o corpo, contrariam indícios de participação de uma outra pessoa no caso.

Para sustentar ainda mais a tese de suicídio, no bolso da roupa que a vítima utilizava havia um aparelho celular de grande valor.

Necropsia

De acordo com os investigadores, o avançado estado de decomposição não permite verificar vestígios externos no corpo que pudessem ser analisados, uma vez que a decomposição descaracteriza muito as lesões.

O cadáver será submetido a exames de necropsia na tentativa de encontrar evidências que possam levar à causa morte. Os policiais que trabalharam na ocorrência informaram que, a princípio, não constataram sinal de violência.

Decapitação

A polícia acredita, ainda, que a decapitação aconteceu por uma combinação de fatores: peso corporal, tempo de exposição e a espessura do arame podem ter causado a separação dos membros.

Rômulo Azevedo

Jornalista e graduado em Marketing, atua na comunicação desde 2006. Especialista em Jornalismo on-line, com experiência em Assessoria de Comunicação e Marketing. Está na Gazeta Amazônica em busca de novas formas de se fazer Jornalismo em Rondônia

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