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PM prende suspeitos de matar mulher e esfaquear marido em área rural de Vilhena

A Polícia Militar (PM) prendeu na tarde desta quinta-feira, 29, os suspeitos de terem assassinado a facadas Edna Domingos da Silva, de 49 anos e de desferir com golpes de faca o marido Cícero Lopes, de 69 anos, que fingiu estar morto para salvar sua vida num residência na área rural de Vilhena.

Relembre o caso:  https://gazetaamazonica.com.br/29/04/2021/mulher-e-assassinada-apos-ter-casa-invadida-em-area-rural-de-vilhena-marido-fingiu-morte-para-escapar-de-criminosos/

De acordo com o Boletim de Ocorrência [BO), após o crime, equipes da PM com apoio do Núcleo de Inteligência [NI), realizaram buscas na região, e localizaram um homem pilotando uma motocicleta idêntica das vítimas, na Avenida 1714, no setor 17.

Em seguida, os militares realizaram o cerco no suspeito, que ao perceber a viatura da polícia, fugiu colocando em risco vida de pessoas, e um policial ao efetuar um disparo no pneu da motocicleta, o suspeito perdeu o controle da motocicleta, batendo no para-choque dianteiro de uma viatura e na sequencia contra um poste de energia.

O suspeito ao ser revistado sendo este identificado com as iniciais W., os policiais encontraram um celular que pertencia Edna, uma porção entorpecente crack, e documentos de uma moto Biz,  de placa NDK-3252, com registro de roubo.

Abordado, W., em conversa com os militares informou que ele era o autor esfaquear a Edna e saiu com a motocicleta das vítimas e ao retornar o comparsa sendo este identificado com as iniciais E., havia feito refém o idoso e desferido dois golpes facada na região do tórax e em seguida pisoteado o pescoço para segurar que estava morto.

W., disse ainda que o comparsa conhecido por vulgo  “ Porto Velho”, estava escondido em um barracão abandonado, na Avenida 1512 com Avenida Melvin Jones, no bairro Cristo Rei.  Além disso, o W., também detalhou que uma terceira pessoa participou do crime, porém não sabe o nome, e que o mesmo era conhecido das vítimas.

Após o crime, W, finalizou que jogaram gasolina na casa, depois cortaram a mangueira da botija de gás,  imaginado que o vazamento o imóvel pegaria fogo.

Diante da confissão do crime, a  dupla recebeu voz de prisão e foi levada para a Unidade Integrada de  Segurança Pública (Unisp).

Fonte
Redação

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