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Audiência pública sobre novo cemitério poderá acontecer em agosto

Prefeitura propõe duas alternativas para o novo cemitério: terceirização permanece em pauta

Em conversa com a assessoria de comunicação da prefeitura de Vilhena, a equipe de reportagem do site Gazeta Amazônica foi informada que os debates acerca do novo cemitério municipal estão bastante avançados. De acordo com a assessoria do prefeito Eduardo Japonês (PV), igrejas de várias denominações, além de entidades como Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e Ministério Público (MP) têm ciência da evolução dos debates e para o mês de agosto uma nova audiência pública deverá ser convocada para o município para a tomada de decisão acerca do assunto.

Na pauta há três opções de cemitério: o privado, que é administrado por uma empresa; de formado concedido, ou seja, o município repassa a administração do local a uma empresa ou administração direta, que é o mesmo formato que Vilhena possuiu atualmente, ou seja, a prefeitura toma conta do espaço.

Assessores ligados ao prefeito, no entanto, já descartaram a possibilidade de um cemitério particular, uma vez que nenhuma empresa manifestou interesse no investimento. Restam, portanto, duas medidas.

Cemitério concedido: esta modalidade é muito semelhante a outras prestações de serviço que são descentralizadas pelo poder público. Como uma rodoviária, por exemplo. O cemitério passará a ser gerido por uma empresa particular e isso, obviamente, irá gerar alguns custos ao contribuinte.

Administração direta: neste formato, caberá exclusivamente à prefeitura os cuidados de manutenção do cemitério. O município de Vilhena possui um terreno que cabe o novo cemitério do município. Contudo, a conclusão sobre o assunto será alcançada nesta próxima audiência, ainda sem data marcada.

AGLOMERAÇÃO

A Secretaria Municipal de Comunicação (Semcom) do município de Vilhena informou, ainda, que a capacidade do cemitério local está de fato chegando ao fim. De acordo com cálculos do município, não haverá mais espaço para as sepulturas dentro de, no máximo, dois anos.

A secretaria informou, ainda, que a utilização de “ruas” do cemitério já havia sido anunciada em audiência pública. “Estamos utilizando o espaço que resta, conforme fora anunciado em audiência”, diz informação repassada ao site.

Rômulo Azevedo

Jornalista e graduado em Marketing, atua na comunicação desde 2006. Especialista em Jornalismo on-line, com experiência em Assessoria de Comunicação e Marketing. Está na Gazeta Amazônica em busca de novas formas de se fazer Jornalismo em Rondônia

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