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Rolo com compra de carta de crédito, mala se passando por filha pelo “zap” pra roubar a mãe e homem que caiu no golpe do leilão

Uma das vítimas perdeu mais de R$ 43 mil ao tentar comprar um caminhão

Os casos foram registrados na Unidade Integrada de Segurança Pública (Unisp) de Vilhena.

Conforme o boletim de ocorrência, o primeiro caso, a vítima D.C.F.L., de 25 anos, relatou que adquiriu da empresa JL Assessoria Financeira um consórcio através de um vendedor identificado como Pedro, cujo valor era de R$10 mil, com a promessa de que a carta de credito sairia em até 72 horas após o pagamento.

Contudo, após acabar o prazo, a jovem entrou em contato com a empresa, explicando que precisava da carta de crédito para comprar uma casa que estava negociando, porém, o suposto vendedor informou que a empresa passaria por uma assembleia e que sua contemplação seria garantida, entretanto a promessa não ocorreu.

Insatisfeita com a empresa, a jovem solicitou o cancelamento e devolução do valor pago, mas a vítima foi informada por uma suposta funcionária da empresa que ela deveria redigir uma carta com o pedido e aguardar uma assembleia, caso ela fosse sorteada para ter o dinheiro devolvido.

171 tenta pedir dinheiro à mãe de mulher através do WhatsApp

Já, o segundo caso, a vítima P.M.C, de 31 anos, contou que alguém se passando por ela criou um perfil falso no WhatsApp e entrou em contato com sua mãe pedindo R$ 2,3 mil emprestado. Contudo, desconfiada, a mãe da vítima a procurou e constatou que se tratava de tentativa de golpe.

Depositou mais de R$ 43 mil com a esperança de adquirir um caminhão baú, mas acabou enganado

O terceiro caso, a vítima J.B.F., 48 anos, relatou que tentou comprar um caminhão baú através do site www.usuminasleiloes.com.br, após ver o anuncio e entrou em contato com a empresa e foi informado de que para aquisição do veículo era necessário realizar um deposito de R$ 43,050,00 mil.

A vítima realizou o deposito em nome Bruno Rocha Fonseca e após o envio do comprovante não conseguiu obter mais contato com os “representantes” da empresa, constatando ter caído em um golpe.

Fonte
Redação

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