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Trator da Secretaria de Agricultura de Vilhena é preso pela PM sob suspeita de uso indevido

Homem que pilotava o equipamento não é da prefeitura e disse que estava fazendo manutenção na máquina

Novamente a Secretaria Municipal de Agricultura (Semagri) na gestão do prefeito Eduardo Japonês (PV) está sob a lupa da polícia. Mais uma vez um veículo público foi preso pela Polícia Militar (PM). A apreensão aconteceu no início da noite desta terça-feira, 30, na Avenida Marques Henrique, bairro Jardim Universitário.

A denúncia em tela neste caso é de que havia um trator da Semagri que estava prestando serviços particulares de gradeamento em terreno rural próximo ao campus da Universidade Federal de Rondônia (Unir). Ao averiguar a situação, os policiais encontraram Darci Belarmino da Silva operando o trator na Avenida Marques Henrique. Ele relatou aos militares que havia pegado a máquina para fazer serviços de borracharia e que estava levando-a de volta ao local onde estava prestando serviços.

O equipamento acabou sendo recolhido pela PM e encaminhando à Unisp. O trator foi liberado logo em seguida e deixado no pátio da prefeitura de Vilhena. A denúncia em tela foi feita por um servidor municipal.

Corriqueiro

Trator apreendido foi liberado e deixado no pátio da prefeitura – foto: Rômulo Azevedo/Gazeta Amazônica

Esta não é a primeira vez que a Semagri ganha as páginas policiais por questões envolvendo veículos públicos. O servidor municipal Leonardo Barreto da Silva foi denunciado por utilizar motocicleta pública fora do horário de expediente. Em outra ocasião, o mesmo servidor foi flagrado pela PM com uma motocicleta pública indo a uma loja buscar equipamentos de som em horário de expediente. Na garupa da motocicleta, Leonardo levava uma “amiga”.

O site deixa espaço à prefeitura de Vilhena caso queira comentar a situação.

Fiscalização

O vereador Samir Ali (Podemos) esteve na Unisp acompanhando os trabalhos realizados pelos policiais. O vereador conversou com a equipe de reportagem e relatou que vai continuar a fiscalização acerca do uso do equipamento para que sejam tomadas as providências necessárias. O delegado de polícia que recebeu o caso o registrou como peculato e improbidade administrativa.

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Rômulo Azevedo

Jornalista e graduado em Marketing, atua na comunicação desde 2006. Especialista em Jornalismo on-line, com experiência em Assessoria de Comunicação e Marketing. Está na Gazeta Amazônica em busca de novas formas de se fazer Jornalismo em Rondônia

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